Produtos
Andrade NEGOCIOS Andrade COACHING Andrade ENDOMARKETING Andrade HOTELARIA Andrade GAMES Kanzen Cursos e Eventos Depoimentos Artigos Notícias Equipe Contato
Notícia no Jornal Brasilturis
Ariel Yaari e Vera Andrade : "A força da Anagrama está na profundidade dos relacionamentos, atuando como representante e apoio no núcleo de inteligência de negócios"
Novação em treinamentos na área de Cosmética
Hair Style Roze Bulhões lança agora no segundo semestre de 2005, com a assessoria da Andrade Estratégias, uma nova linha de tratamento capilar que leva a sua assinatura.
A profissional com vivência internacional, além dos produtos, vai inovar no lançamento de uma nova forma de aprendizado neste seguimento através de uma plataforma de e-learning. Com o uso dessa tecnologia para a educação à distância, ela pretende contribuir com o desenvolvimento social de regiões mais afastadas das grandes Capitais, onde ocorrem os principais eventos de tendências e a divulgação com maior ênfase de novas técnicas da cosmética. "Amo o que faço e pretendo partilhar com outros profissionais que têm dificuldade de se atualizar, por tempo ou distância, a estarem informados em tempo real de novas técnicas de tratamento como a que estou lançando", diz a profissional.
Todo o processo deve estar finalizado até novembro de 2005, já para ter seus primeiros associados no próximo verão, estação que exige cabelos saudáveis apesar da exposição ao sol, mar e piscina, e que deixem a pessoa mais livre sem dedicar tanto de seu tempo em salões de tratamento.
IT Web Direct
Vera Andrade, ex-Credicard, BankBoston e Citibank, será uma das responsáveis pela área de inovação da Sondaimarés.
Vera Andrade é o novo nome na área de inovação da Sondaimarés, empresa especializada em outsourcing de serviços de tecnologia da informação. A executiva vai ocupar o cargo de gerente de novas soluções e passar a gerenciar a área juntamente com Barnabe da Silva Junior.
Vera tem ampla experiência na implantação de projetos de outsourcing de TI em grandes corporações, como Credicard, BankBoston e Citibank, entre outras. A profissional foi uma das responsáveis pela reestruturação da área de prestação de serviços da Unidas Rent a Car durante o processo de aquisição da empresa por instituições financeiras.
Em 2001, a executiva esteve à frente da área de negócios e marketing da Trellis, fabricante nacional de produtos para comunicação de dados, período em que a empresa cresceu 250% e revitalizou-se como empresa nacional.
Anagrama Hospitalidade surge no mercado com soluções inovadoras
Ver Notícia Completa no Site Revista Hotel
Descomplicando ITIL
Veja o comentário sobre o livro "Descomplicando ITIL" de Vera Andrade.
Site Sondaimars
A empresa fechou negócio com a Bovespa (Bolsa de Valores do Estado de São Paulo) através da mediação da consultoria Andrade Estratégias Comerciais. O contrato envolve serviços de help desk on site com o uso do SAAT.
Após contratar uma auditoria externa para avaliar todos os procedimentos referentes à Tecnologia da Informação, a Bovespa decidiu identificar no mercado empresas de outsourcing de serviços de TI para aumentar a eficiência do setor na instituição. Os especialistas dessa área da Bovespa analisaram as soluções de diversos fornecedores e optaram pela Sondaimarés por quatro motivos principais, conforme explica Clodomiro Lucena, gerente de serviços de informações, da Bovespa.
''Levamos em consideração a tradição, confiabilidade, facilidade de implementação e preço oferecidos por cada uma das empresas que nos enviaram propostas e quatro fornecedores foram previamente selecionados. Após minuciosa análise, concluímos que a Sondaimarés foi a empresa que apresentou melhor desempenho'', afirma Lucena. A declaração do novo cliente mostra como a imagem da Sondaimarés é forte e como a empresa sempre entra para vencer com a melhor proposta.
A Sondaimarés iniciou as operações na Bovespa em novembro de 2002 e já disponibilizou as seguintes disciplinas de gestão: problemas, mudanças, incidentes, projetos, SLA, conhecimento e configuração, através do SAAT. Alcides Nucitelli, gerente comercial da Sondaimarés, é o responsável pelo projeto.
Telecomweb
A ferramenta para compartilhamento de acesso em banda larga i-Condominio será vendida pela rede da operadora, que, em troca, oferecerá serviços por meio dos canais empresa.
A Trellis – empresa de tecnologia para comunicação de dados – acaba de firmar um acordo com a Telemar. Pelo contrato, a rede de canais de vendas da operadora passará a distribuir a solução de compartilhamento em banda larga i-Condomínio, a qual permite partilhar um mesmo link com até 250 usuários.
A idéia, segundo as duas companhias, é que essa aliança amplie as oportunidades de negócios e a gama de serviços oferecidos pelos canais das duas companhias. E, ao mesmo tempo, ofereça ao usuário corporativo um atendimento qualificado, com uma solução fim-a-fim.
A solução da Trellis vem complementar o portfólio de produtos para transmissão de dados oferecidos pela equipe da Telemar, que incluem a família TCP IP, TCP Frame, TC Data, Digitronco e o Velox (serviço ADSL da operadora). O contrato ainda prevê que, em troca, a telco oferecerá serviços por meio dos canais da nova parceira.
"Com essa união, a Trellis e a Telemar também oferecem, aos canais de ambas, a possibilidade de incrementar seus ganhos, além de contarem com um financiamento para a atualização em comunicação de dados e voz para oferecer ao usuário final", explica Vera Andrade, diretora de negócios estratégicos da Trellis.
Revista CRN
Com o comércio eletrônico, home-office, usuários e acessos remotos, abrem-se inúmeras oportunidades para os integradores de soluções.
Com os tempos modernos a preocupação com a segurança não se restringe às ruas. Dentro das corporações, cada vez mais, esse item sobe na escala de prioridade e investimentos. O cuidado não é somente com o temido hacker, com o intruso externo, mas também com funcionários que podem agir de má fé, por descuido ou por desconhecimento de procedimentos seguros. Na mesma proporção que cresce o perigo, o mercado potencial também aumenta para o VAR, que deve ter inclusive maior responsabilidade na correta orientação ao usuário. Portanto, deve estar preparado e capacitado, mantendo a segurança e transmitindo confiança ao cliente.
Vera Andrade, da Trellis: foco em treinamento e incentivos para revenda se especializar e tornar-se VAR
Uma das premissas importantes para as empresas que já mantêm relacionamento comercial ou para os novos contratantes é que a questão "segurança" deve ser tratada continuamente de forma preventiva. De nada adianta se proteger depois de um ataque e não acompanhar as suas formas de evolução, já que as maneiras de intrusão se modificam quase que diariamente, assim como o surgimento de novos vírus.
Para se ter uma noção do mercado global, de acordo com dados de uma pesquisa do Cahners In-Stat Group, nos Estados Unidos, mais de 50% dos usuários de banda larga estão desprotegidos e a expectativa é que ainda em 2001 os assinantes de serviços de acesso em alta velocidade ultrapassem os 8,3 milhões, número que supera em mais de 82% os dados do ano passado. Para 2002, a pesquisa aponta que deverão ser 14,1 milhões e, até 2005 esse número chegue a 39,4 milhões de assinantes.
Acompanhando esse crescimento do acesso rápido estão os dispositivos de segurança. Ainda com base nos resultados do Cahners In-Stat, em 2005 a previsão de gastos com produtos e serviços voltados para segurança é de US$ 800 milhões, sendo que no ano passado esse montante foi de US$ 74 milhões nos Estados Unidos. Como a tendência é de que os movimentos daquele mercado reflitam-se no Brasil, as expectativas são otimistas. "É importante observar que a maior parte desses usuários de banda larga são pequenos e médios escritórios que precisam de uma solução simples de instalar e operar e com custo acessível", diz Cassio Spina, diretor de marketing da Trellis, fabricante de produtos para conexão de dados. Para Fernando Santos, diretor geral da subsidiária brasileira da Check Point Software, as soluções de segurança vão permitir que as empresas se abram mais para o e-commerce investindo em garantias para operar nesse mercado, fato que deverá provocar um aumento da demanda por segurança.
"Todas as empresas são alvo, a partir do momento em que tenham qualquer informação disponível e isso sem contar que todas precisam barrar os ataques internos também", concorda o gerente de produtos de segurança da Scopus, Marco Martins. Uma das mais tradicionais empresas de integração, prestação de serviços e desenvolvimento de soluções, a Scopus tem seu foco voltado para serviços ligados à área de segurança da informação, onde mantém 15 profissionais exclusivamente para a implementação no cliente, mais três para o desenho do projeto e análise de produto. Além dessa equipe, a empresa conta com um criptógrafo reconhecido internacionalmente e outro aprovado pelo BS7750, órgão certificador do segmento. Por outro lado, ele diz que o comércio eletrônico ainda não impulsionou a área de segurança como deveria. Existe pouca certificação digital e números de cartões de créditos roubados em dados armazenados. "Há casos de roubos como o do CD Universe, nos Estados Unidos e do Uol aqui no Brasil", relembra Martins.
Ele ressalta que o primeiro ponto a ser tratado com o cliente é a definição conjunta da política de segurança a ser seguida, que deve conter o que será segurado e em quais níveis. "Uma política de segurança não se desenha e escreve em uma semana, é demorado e o cliente estabelece a prioridade e informa qual o bem, ou a informação mais preciosa para ele", afirma o gerente. Para os bancos – segmento mais avançado nesse quesito – o valor de se transmitir para os correntistas a imagem de uma instituição segura é mais importante que um valor roubado.
É preciso lembrar que existem ferramentas para a segurança dos dados armazenados que podem ser acessados ou adulterados, e também para o tráfego das informações. É um pouco complicado convencer alguns clientes da necessidade do trabalho contínuo para se evitar problemas de roubo ou que os dados sejam danificados. "Segurança e performance têm que ser feitas 24 horas até o fim da vida", aconselha Martins.
utro ponto importante a ser lembrado ao cliente é sobre a demissão de funcionários. O integrador deve orientar para que troque todas as senhas que ele tinha acesso, não deixe que ligue novamente o terminal e que seja acompanhado até a saída. "Pode ser difícil, mas isso tem que ser feito até com aqueles bonzinhos ou o melhor funcionário que a empresa já teve", diz Martins. O profissional que não pertence mais ao quadro da empresa, deve usar sempre crachá de visitante ao retornar à companhia.
A Scopus mantém parceria com empresas como a ISS, Baltmore e a Westcon e também eventuais com outros integradores para complementar soluções. Uma das funções do VAR é apontar as brechas e orientar sobre o risco de não se adotar uma política de segurança ou fazê-lo de forma incorreta. Conhecer as soluções existentes no mercado para conseguir oferecer a mais adequada às necessidades e possibilidades do cliente é o primeiro passo. Alguns dos grandes fabricantes e desenvolvedores de soluções para segurança lançam novos produtos ou atualizações constantemente e mantêm programa de certificações para integradores. Quem não é especializado e pretende atuar nesse nicho deve saber bem o que são e como funcionam termos como gateway, VPN, criptografia, detecção de intrusos, sniffer, análise de vulnerabilidade, entre outros. A Check Point está aberta a novas parcerias, inclusive para os pequenos integradores, e quer chegar ao final do ano com 50 empresas autorizadas. "Segurança não é assunto corporativo", afirma Santos. O maior interesse está em revendas e integradores das regiões Sul, Norte e Nordeste, além de Brasília e do interior dos Estados de São Paulo e Minas Gerais. Consultorias e centros de treinamentos não ligados a outros fabricantes, distribuidores ou revendedores, também estão na mira da empresa, que já conta com 30 parceiros autorizados e outros sete em processo de certificação.
A companhia possui no país três centros de treinamento, onde o interessado faz um curso de três dias, passa por uma prova de avaliação e ingressa no Partner Aliance Program. Essa categoria possui diversas faixas e prevê acompanhamento de projeto, proteção de conta e o nome site com telefone, o que gera volume de negócios. Entre os benefícios, a empresa oferece ainda uma porcentagem conforme as compras em um período determinado que é revertida para ações de marketing, além de descontos de 70% a 90% do valor do produto para demonstração em show-room. "Desenvolvemos uma porcentagem para o parceiro aplicar em divulgação e com um desconto de quase 100% é possível certificar três profissionais", ressalta Santos.
No país desde o começo do ano, a fabricante criou uma plataforma aberta, a Opsec (Open Platform for Security), da qual participam cerca de 280 empresas para garantir que o cliente não fique preso a um único fabricante. "Segurança não é desconhecida como há dois anos e hoje não dá para pensar em viver sem essa tecnologia" avalia o diretor geral da Check Point no Brasil. A Trellis está em plena campanha de incentivo para que os parceiros que têm perfil de revenda se qualifiquem e adquiram as características de prestador de serviços com qualidade. Durante a realização de um evento, pôde-se perceber que os canais estão perdidos entre as definições de revenda, prestador de serviços e VAR, de acordo com informações de Vera Andrade, diretora de negócios e relacionamento da Trellis. "Alguns canais agregam valor por necessidade de acompanhar o mercado, mas não estão bem formados", declara a executiva.
São cerca de 8 mil canais cadastrados e 2 mil ativos e aproximadamente 40% dos ativos querem fazer a migração, buscam uma visão mais ampla e estão preocupados em prestar um trabalho coligado a todos os processos do cliente, ou seja, transcender a instalação e ser uma consultoria. "O nosso parceiro deve chegar no estágio de sair do convencimento e atingir a fase do aconselhamento", reforça Vera. Cerca de 800 revendas parceiras aceitaram o acordo da Trellis de trabalhar como VAR, sendo que 10% já são especializadas.
A fabricante busca mais reforço na região Nordeste e em Brasília e deve investir até o final deste ano US$ 1 milhão em treinamento de parceiros e de usuários e material promocional. No programa de canais existem as empresas Ocasionais, as Ativas e as Preferenciais. Esta última categoria recebe leads e participa do programa de marketing de relacionamento da Trellis, que consiste em visitas da fabricante para a demonstração de produtos junto ao mercado corporativo, disseminando tecnologias e gerando demanda para o parceiro. "Não fazemos venda, mas as repassamos para os parceiros preferenciais", conta Vera.

Plantão de Notícias - PANROTAS
O hotel Best Western Porto do Sol São Paulo e a Trellis, empresa brasileira que trabalha no desenvolvimento de softwares de comunicação em banda larga, anunciaram hoje uma parceria que visa mudar a estrutura de comunicação de dados pela internet.
Revista Teletime
A Trellis está investindo cerca de R$ 2 milhões em marketing e mais R$ 1 milhão em uma nova linha de produtos para mudar sua imagem no mercado.
Email : info@andrade-estrategias.com.br
Todos os direitos estão reservados a Andrade Estratégias [2010] - Desenvolvido e criado por Max Gabbay